Por: Antônio Lopes de Sá
O que realmente deve mostrar um balanço?
A realidade ou a “probabilidade”?
O futuro pode ser apresentado como presente e este também como passado em matéria patrimonial?
Tais interrogações são justas quando se lê norma copiada do nominado regime “internacional”, agora com pretensões de se tornar obrigatório em todas as escritas contábeis (para isso exercendo forte pressão na mídia).
