Blog Contábil

A tecnologia da informação e os serviços contábeis

Resumo

Nos últimos tempos estamos presenciando um crescente ritmo de surgimentos de novos aparelhos tecnológicos; a cada ano um aparelho novo surge no mercado, ou melhores para uso na produção industrial, nos serviços prestados ou nas vendas comerciais.

Temos hoje nos escritórios máquinas de excelente qualidade e que nos auxiliam nos trabalhos; mas o profissional da contabilidade deve procurar investir nos equipamentos que o ajudam nos trabalhos, pois é uma necessidade apresentar serviços cada vez mais rápidos e de boa qualidade. A comunicação e a informática que tem se aperfeiçoado muito estão trazendo muitos benefícios para todos os profissionais de qualquer categoria.

O que precisamos é conhecer mais sobre os equipamentos, pois nós contadores conhecemos pouco ou quase nada sobre os novos equipamentos de uso que pode favorecer o trabalho profissional.

1. Introdução

O crescimento da tecnologia da informação veio trazer muitos benefícios para todos os profissionais, mas especificamente para nós contadores fomos agraciados com estes equipamentos que muito tem nos ajudado no dia a dia do escritório.

Porém nós precisamos nos familiarizar mais com estes equipamentos, pois nós sabemos ou conhecemos pouco destes meios de informação, por que à medida que sabemos lidar com eles usufruiremos mais e melhor dos resultados destes meios tecnológicos; ou podemos usufruir melhor do uso. Precisamos administrar nosso tempo, para ter tempo para aprender mais sobre os equipamentos. O titular do escritório deixa tudo para que os funcionários façam e não aprende o mínimo possível, surgindo então dificuldades para ele próprio.

Deve-se, todavia está alerta para as novas formas de comunicação, e os novos aparelhos tecnológicos que podem nos auxiliar, pois sendo assim estaremos melhorando o trabalho, e apresentando para os clientes melhores resultados.

A dificuldade que surge é que o contador não entende bem dos equipamentos de informática, e nem dos programas, então é necessário que tenhamos ao nosso lado pessoas de confiança que nos ajudem a compreender.

2. Desenvolvimento

Quando o profissional de contabilidade precisa de desenvolver seu trabalho, necessário é que tenha outro profissional que o auxilie, por que, sobretudo quando se trata de informática, por que é uma área com muitas complicações.

Na escolha de programa para atender as necessidades do quotidiano já há muitas dificuldades para resolver esta questão, por que a nossa linguagem às vezes não se concatena com a linguagem do programador, ou do fornecedor do programa; seria muito importante que estes fornecedores fizessem um estágio conosco para tentar resolver esta questão, que tão de perto nos envolve.

Outro aspecto do trabalho que depende da informática, e quanto ao aprendizado de manusear os programas que às vezes ou quase sempre no inicio temos muitas dificuldades no manuseio do programa, por mais que sejamos ensinados sempre fica uma dúvida que se gasta tempo.

O tempo para o contador é muito precioso por que gera recursos, por que o serviço que prestamos envolve o tempo, e precisamos ter cuidado com a administração do tempo, e a distribuição de tarefas no escritório.

Quase sempre há perda de tempo nos escritório com o aprendizado de programas novos, e a manutenção diária dos trabalhos, e para contornar esta situação há muito a aprender, por que não sabemos até o momento como fazer.

Sabemos manter certo controle sobre as tarefas executadas, e procurar distribuir o tempo e as tarefas, porém o controle sobre as perdas, ainda há um desequilíbrio.

Necessitamos com o tempo dominar esta dificuldade, e superá-la por que o tempo é uma ferramenta essencial para o escritório, por que há uma grande velocidade no pedido de informações, e nós precisamos aprender e repassar as informações com rapidez.

3. Considerações finais

Nos dias atuais muitos são os equipamentos de informática que estão sendo disponibilizados e que auxiliam o profissional de contabilidade, à medida que crescemos com nosso trabalho temos a necessidade de adquirir estes equipamentos, por que é através deles que apresentamos um trabalho melhor e mais qualificado, pois o cliente quer o trabalho apresentável.

Muitos são os benefícios que obtivemos com o crescimento da tecnologia da informação, e hoje todo profissional deve procurar se informatizar.

O nosso trabalho requer de nós cada dia mais equipamentos, e mais potente para suportar a carga de informação de que necessitamos, e nós precisamos nos habituar a lidar com estes equipamentos.

É importante ter no escritório equipamentos melhores para assistir a clientela, mas também um técnico em informática em muito nos ajuda nos trabalhos diários.

Devemos ainda conhecer desses equipamentos o mínimo possível, pois assim não seremos ludibriados em gastos redundantes, sem ao menos conhecermos o mínimo possível para saber o que está acontecendo, quando um equipamento precisa de manutenção ou de conserto.

E por fim o profissional necessita de entender o que ocorre nos seus equipamentos, e precisa tomar os devidos cuidados com os equipamentos de informática.

Há também a necessidade de se ter cuidados de limpeza e de conservação, pois assim sendo os equipamentos terão maior durabilidade, e também os cuidados de manter o controle da energia, pois a oscilação poderá prejudicar os equipamentos e inclusive os programas de se trabalhar em contabilidade.

Temos também a necessidade de ser auxiliado por pessoas competentes em informática, por que nos dias atuais tem sido uma necessidade premente; pois como a informática está evoluindo constantemente, e todos os dias surgem novos equipamentos e programas; é, portanto precisamos da ajuda de pessoas capacitadas a nos auxiliar, não só nos trabalhos, mas também como formador de opinião para que posssamos ter mais uma contribuição, para possível análise e tomada de decisão nas atividades dos escritórios contábeis.

Autor: FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS contafasperito@gmail.com 83 – 3222-4622

Uma resposta para A tecnologia da informação e os serviços contábeis

  1. NILTON FACCI says:

    Nilton Facci
    Docente nos cursos de Ciências Contábeis.
    UEM – Universidade Estadual de Maringá
    CESUMAR – Centro Universitário de Maringá
    FINAN – Faculdades Integradas de Nova Andradina – MS.

    Considerações sobre aspectos comportamentais do político/candidato e do político/dirigente.

    As causas da conhecida cultura nacional, pelo menos o que me parece, de aversão à política, como forma de atuação cidadão, pode estar compreendida em alguns aspectos. Um desses aspectos é o fato de existir por parte de alguns componentes do poder público, levados por eleições, seja no Executivo e no Legislativo, uma certa concepção de que seus problemas não mais são os mesmos daqueles que neles votaram.

    Essa concepção parece torná-los componentes de uma parcela da sociedade que vive em outro mundo, no qual o que era correto eticamente, agora já pode ser aceito, por seus pares, como procedimento correto.

    Antes de serem eleitos, sempre estavam a exigir daqueles que exerciam os poderes públicos, o atendimento às necessidades de extratos da sociedade, priorizando o que lhes parecia mais relevante.

    Ao exercerem atitudes de liderança, a confiança que esses extratos da sociedade lhes atribuía geraram votos que os tornaram, agora, os ocupantes dos cargos públicos.

    Ao perceberem que alcançaram os cargos postulados, de imediato, verificaram que as benesses lhes oferecidas são, por demais, vantajosas. Entre essas, está a possibilidade de legislar sobre a própria remuneração. Também está a permissão na escolha de assessores, tanto para si quanto para outros ocupantes de cargos públicos. Nesse último caso, tentam criar um determinado sentimento de que os indicados, agora, devem ter uma “divida” para quem os indicou. Talvez a principal benesse, para muitos, está, por exemplo, na participam de eventos. São denominados de “autoridade” para os presentes. São requeridos a se pronunciarem sobre vários aspectos que, talvez, pouco conhecem. Esses detentores de cargos públicos entendem que os presentes têm a “obrigação” de escutar e aplaudir. Veja que são aspectos do poder que, provavelmente, poucos seres humanos não apreciem.

    Evidente que, caso façam sugestões para mudar algumas das pretensões que os motivaram a se candidatarem aos cargos, com certeza, encontrarão dificuldades relevantes entre aqueles pares que conseguiram a quase eternidade nos cargos públicos, e que, por já estarem “experientes” no uso e abuso das benesses, conseguem o controle e a vigilância sobre a concessão, ou não. Um exemplo fácil de compreender é a tentativa, já ocorrida, de diminuir algumas das benesses. A aversão de vários componentes do poder público foi fortemente colocada para quem apresentou o projeto.

    Talvez essa atitude de defesa das benesses pode ser compreendida, quando se estudam aspectos das origens do ser humano. Pode-se considerar que esses possuem necessidades semelhantes. Em primeiro lugar, as de sobrevivência, tendo por base a alimentação, saúde e a continuidade da espécie. Em seguida, as necessidades denominadas secundárias, de vestimenta, transporte, trabalho. Atendidas essas, passam a ser relevantes aquelas que fazem de algum ser humano, o referencial para outros. Nessa definição, está o que se denomina “status”. Ser presidente de uma associação; proprietário de uma grande empresa; ocupar um cargo político, e outros similares.

    Atendido o aspecto do “status”, as primeiras e segundas serão, provavelmente, também atendidas. Ao que parece, assim passam a se comportar.

    Fica a seguinte situação: o ser humano vê que uma provável perda do “status” poderá acarretar, além das diretamente proporcionadas, também a dificuldade em atender as primeiras e segundas necessidades. Portanto, irá lutar, com todas as forças que puder, estando no rol, inclusive, alguns atos compreendidos como não éticos pelo extrato societário do qual fazia parte.

    Esse tipo de comportamento humano não pode ser compreendido como uma exclusividade brasileira. Parece ser semelhante em qualquer sociedade.

    Diante desse quadro, como desejar que aqueles que estão no poder público permitam que seu poder, e as possibilidades que este permite, sejam alterados? Desejar isso é normal para os que lá não estão. Mudar isso, estando no poder, também é normal não querer, ou não encontrar eco nos outros, agora, semelhantes.

    Tentar alterações anteriormente constantemente requeridas poderá contribuir para que os agora semelhantes não permitam que usufrua as benesses oferecidas. É preciso lembrar que várias são suportadas, financeiramente, pelos tributos transferidos da sociedade para o Estado, sem que a contrapartida seja, precisamente, exigida.

    Podemos imaginar a seguinte pergunta: Como mudar esse quadro, se quando aquele que reclamava agora defende?

    Outro aspecto relevante para que determinados extratos da sociedade brasileira tendem a não se comportarem como efetivos cidadãos, é o fato de que alguns detentores do poder, ou de cargo público, utilizando as benesses do cargo, “facilitarem” a resolução de problemas que alguém tenha com alguma entidade pública. Seja pela divisão, ou “perdão” do que alguma multa ou tributo não pago; seja por facilitar algumas ações para aumento de patrimônio particular. Em palavra mais facilmente compreensível: corrupção!!!.

    Difícil responder: Quem é o mais errado? Quem oferece a facilidade ou quem a impõe? De outra forma: o funcionário público, que exige uma “retribuição” pelos serviços prestados, ou o contribuinte/sonegador, que oferece uma “contribuição” para o atendimento de certas necessidades desse funcionário público?

    Sabemos que esse não é um problema novo. Conforme se pode observar não apenas na história brasileira, mas na mundial, a corrupção, pode-se dizer, sempre existiu nas sociedades. Desde a criação de qualquer situação que proporcione um “pulo” entre um problema e sua solução, procurar a “ajuda” de alguém que está em determinado cargo parece ser comum. Em algumas situações e diante do determinado nível dessa cultura de corrupção que está instalada, a não procura por essa ajuda coloca a pessoa em situação de não componente de determinado grupo no qual se insere.

    Vejamos outra situação. Essa bastante específica.

    Praticamente todo cidadão brasileiro, com algum conhecimento, reclama da carga tributária, e de forma conjunta, dos critérios de prioridade que o poder público direciona os gastos.

    O poder público, por outro lado, faz a defesa da arrecadação. Evidente que justificativas não faltam. Principalmente quando se alega que a sociedade brasileira, em vários aspectos, é incrivelmente carente e dependente de apoio governamental, ao se observar as necessidades primárias. Basta verificar as enormes diferenças sócio-econômicas entre as populações das regiões Sul e Sudeste, com as das regiões Norte e Nordeste. Nestas, não aquelas que estão nas capitais, mais principalmente, as que estão no interior dos Estados.

    Assim, quando se observa que vários extratos da sociedade brasileira questionam os aspectos tributários e de gestão pública, só agora de forma mais coesa e consistente, fato histórico no Brasil, o agora componente do poder público, talvez, fique indignado diante dessa pretensão. Esse faz a seguinte pergunta: como querer pagar menos tributos, se seres humanos que estão em regiões necessitadas passam fome, e também não possuem escolas minimamente em condições de fornecerem uma educação condizente com as necessidades vastamente defendidas por todos?.

    Compreendendo dessa forma, a defesa do aumento da arrecadação é facilmente aceita por aqueles que dependem da ação governamental. O problema parece estar não na defesa do aumento, como pretendida isonomia fiscal. Mas no incentivo de atitude ética entre aqueles que possuem rendas que os colocam no topo da pirâmide sócio-econômica da sociedade, e os que estão na base. O ocupante de cargo público procura defender a distribuição de riqueza como forma de acentuar o sentimento de partilha. De apoiar, com bens materiais, aqueles que não os conseguiram ou que não tiveram iguais oportunidades.

    Repete-se: defender aumento da arrecadação, tendo por base os argumentos acima colocados fica fácil para qualquer ocupante de cargo público, seja conseguido por eleição ou não.

    Por outro lado, como entender que o poder público, nesse caso, o poder federal, está tratando igualmente os iguais, quando se verifica o comentário de Kiyoshi Harada (2005): “O pacote tributário ilegitimamente baixado pelo legislador palaciano, no apagar das luzes de 2004, é nebuloso e extremamente prolixo exigindo para sua interpretação o exame de inúmeras leis referidas que, por sua vez, fazem referência a inúmeras disposições de outras leis. É a velha técnica de camuflagem dos aumentos tributários. Porém, é certo que a MP nº 232/04 causa efeitos devastadores como os do tsunami que até hoje perduram. O combalido setor de prestação de serviço foi novamente tungado, desta vez, com monumental aumento de 25% em seus tributos. Majorações diretas e indiretas estão embutidas no tsunami tributário: a tributação da variação cambial; novas hipóteses de retenção na fonte; encurtamento do prazo de recolhimento do tributo retido. A competência dos Conselhos de Contribuintes foi castrada como que investindo na morosidade do Judiciário, onde o pequeno contribuinte não terá acesso em razão de custas, honorários, além da inexistência de suspensão da exigibilidade do crédito tributário a não ser na remota hipótese de uma liminar”.

    Embora algumas Medidas Provisórias não tenham sido aprovadas, serve como exemplo de como o poder público age para conseguir seus intentos. Um exemplo foi a MP 232/04.

    Para compreender o comentário de Harada, precisaríamos conhecer porque o poder federal utiliza, continuamente ao que parece, a atitude de determinar alterações tributárias através de publicações somente no final do ano, não proporcionando, talvez intencionalmente, qualquer tipo de discussão. Essa atitude não contribui com o que se entende como ética na gestão pública.

    Deve-se destacar também que, como outras peças legais, a MP 232/04 como exemplo clássico, esteve recheada de dificuldades em se entender corretamente os procedimentos operacionais que devem ser efetuados para se identificar os tributos. Utilizando as palavras de Harada (2005), “extremamente prolixo exigindo para sua interpretação o exame de inúmeras leis que, por sua fez, fazem referência a inúmeras disposições de outras leis.”. Veja que essa forma de apresentar legislações dificulta enormemente o pleno entendimento. Será que é para fomentar a busca por serviços especializados em determinada profissão? Ou será que o objetivo e confundir o contribuinte, deixando-o a descoberto para a atuação da fiscalização de tributos e com a propensão de “sentir como necessário” qualquer ato corruptível?

    Também é preciso ressaltar a busca, pelos governos estaduais, de obrigarem a que as empresas utilizem os procedimentos da Substituição Tributária no ICMS, em várias mercadorias. Como exemplo, pode-se citar os casos dos estados de São Paulo e Paraná. Inclusive, para as empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL, acabou-se criando um grande problema, aumentando os custos das mercadorias e, por conseqüência, provocando perda de competitividade. Uma grande incoerência de quem deveria buscar alternativas para essas empresas que, conforme pesquisas, são aquelas que mais oferecem vagas de trabalho.

    Outro aspecto que, parece contínuo. Porque os poderes públicos entendem que determinados ramos proporcionam maior rentabilidade, aparentemente, maior do que ganhar sozinho em loterias gerenciadas pela Caixa Econômica Federal?. Trata esse ramo como o grande responsável pela má distribuição de renda no Brasil. Difícil entender esse procedimento, quando os governos atribuíram benesses a alguns investidores, quando das privatizações.

    Ainda outro aspecto, infelizmente sem que seja nenhuma novidade, e a tentativa de legislar sobre vários assuntos em um mesmo instrumento legal. Veja que essa medida direcionou novos procedimentos para várias situações e tributos. Repetindo a frase de Harada (2005): “Majorações diretas e indiretas estão embutidas no tsunami tributário: a tributação da variação cambial; novas hipóteses de retenção na fonte; encurtamento do prazo de recolhimento do tributo retido”.

    Também parece ser objetivo desses tipos de procedimentos, a tentativa em diminuir procedimentos que algumas empresas utilizam, quando buscam realizar o que se denomina Planejamento Tributário, ao determinar a diminuição no âmbito judicial de procedimentos que visem a defesa contra o que se denomina “sanha arrecadatória” do Estado.

    Felizmente, a sociedade brasileira, ao que parece, está “acordando” para a necessária vigilância das ações dos governantes. Historicamente, a sociedade brasileira pouco tem se colocando contra. Não se pode deixar de acreditar que, talvez, com esse início, outras atitudes possam ocorrer.

    Embora não esteja na finalidade desses movimentos, mas, decorrente dos frutos que poderão originar e, aliados a outras entidades, a vigilância da sociedade frente às ações dos governantes, com certeza, deverão ser cada vez mais efetivas.

    Essa vigilância precisa também exigir que os governantes apóiem o combate à grupos que se utilizam de determinada cultura curruptível para obter benefícios.

    Mas, os governos, tanto federal, estadual e municipal, parecem ainda não entender o que seja coerência na decisão de alterar a carga tributária e a necessária atribuição de responsabilidades aos gestores públicos. Alguns fatos recentes não contribuem para o cuidado com os procedimentos dos governantes, que é a mudança de critérios adotados quanto às penalidades na infringência da Lei de Responsabilidade Fiscal. Basta ver algumas atitudes governamentais quanto a ações de ex-prefeitos, no que se refere ao nível máximo de endividamento.

    Veja o conflito: exige-se mais da sociedade, quanto ao pagamento de tributos, e exige-se menos, quanto ao cumprimento da legislação que determina limites aos gastos públicos. Uma enorme incoerência.

    Concluindo, acredita-se que a forma como os governos buscam alterar a legislação tributária, não pode continuar. Esse é o principal foco daqueles que hoje, finalmente, se manifestam publicamente. Evidente que, no rol das medidas que precisam ser alteradas, está a criação de procedimentos que facilitem a compreensão das ações governamentais, principalmente, quanto aos gastos.

    Os ocupantes dos cargos públicos não podem se sentir componentes de grupos que, sobre esses, algumas leis não alcançam, ou que podem ser alteradas conforme a situação. Talvez, com esse comportamento da sociedade, as pessoas que agora requerem determinadas ações dos poderes públicos, quando passam a ser os responsáveis pelas ações governamentais, compreendam que atitudes éticas não precisam, e não deveriam, ser alteradas. Essa atitude, ao que parece, é central para que a relação entre o Estado e a Sociedade possa ser menos conflituosa.

    Elaborado em 09/2008.
    Fone: 44.32282292
    Email: nfacci@gmail.com

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>