Por: Paulo Caetano
Há algum tempo vimos questionando e tentando mudar uma cultura equivocada que se criou no Brasil a partir do desenvolvimento da área que abriga o pool de entidades que prestam serviços à sociedade, sem se caracterizar como empresa propriamente dita nem como órgão público, chamada por isso de terceiro setor.
Por que a legislação cria obstáculos para que essas organizações paguem por serviços que lhes são prestados?
Depois de esgotar os recursos junto ao Tribunal de Contas do Paraná, que concluiu pela impossibilidade desse pagamento, estamos recorrendo ao governo do estado, por meio do vice-governador e Secretário da Educação, Flávio Arns, que conhece profundamente a problemática no âmbito de uma das maiores redes de entidades dessa natureza – as Apaes – Associações e Pais e Amigos de Excepcionais.