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	<title>Comentários sobre: O mito da tributação elevada no Brasil</title>
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	<description>Um novo veículo de informações direcionadas para a classe contábil, estabelecendo maior interatividade. Avise seu amigo contador, espalhe essa mais nova novidade. E não esqueça de Comentar!</description>
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		<title>Por: Lombardo</title>
		<link>http://www.blogcontabil.com.br/?p=549&#038;cpage=1#comment-43</link>
		<dc:creator>Lombardo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 22:11:01 +0000</pubDate>
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		<description>Lamentável este artigo, repleto de equívocos. Sugiro que o autor leia o artigo 156 da Constituição da República onde irá descobrir que o IPTU, que já possuía a progressividade social, artigo 182 §4 da mesma Constituição, tornou-se, por emenda constitucional progressivo em razão do valor do imóvel, desconfigurando o imposto que seria sobre a propriedade para uma progressão como se de renda fosse. Igualmente, que leia os artigos 5° e 6° da CR, e identifique, daqueles direitos quais são objeto de retorno pelo poder público com os absurdos valores arrecadados. 
Da Europa só copiamos a Constituição Cidadã, no que se refere a folha de papel. No Brasil, a &quot;classe média&quot; (assim considerado quem ganha em torno de quatrocentos dólares mês pela FGV) perde 6 meses de salário em impostos diretos e indiretos à favor do poder público, e NÃO TÊM como retorno ( que está na CR) educação, saúde, segurança e moradia,  paga tudo isso dos seis meses que lhe sobram. Teria muito mais, mas para finalizar, sua aposentadoria, mais alta, tem valor de esmola e é constantemente postergada por meio de novas exigências. Aonde esse autor viu retorno?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lamentável este artigo, repleto de equívocos. Sugiro que o autor leia o artigo 156 da Constituição da República onde irá descobrir que o IPTU, que já possuía a progressividade social, artigo 182 §4 da mesma Constituição, tornou-se, por emenda constitucional progressivo em razão do valor do imóvel, desconfigurando o imposto que seria sobre a propriedade para uma progressão como se de renda fosse. Igualmente, que leia os artigos 5° e 6° da CR, e identifique, daqueles direitos quais são objeto de retorno pelo poder público com os absurdos valores arrecadados.<br />
Da Europa só copiamos a Constituição Cidadã, no que se refere a folha de papel. No Brasil, a &#8220;classe média&#8221; (assim considerado quem ganha em torno de quatrocentos dólares mês pela FGV) perde 6 meses de salário em impostos diretos e indiretos à favor do poder público, e NÃO TÊM como retorno ( que está na CR) educação, saúde, segurança e moradia,  paga tudo isso dos seis meses que lhe sobram. Teria muito mais, mas para finalizar, sua aposentadoria, mais alta, tem valor de esmola e é constantemente postergada por meio de novas exigências. Aonde esse autor viu retorno?</p>
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		<title>Por: Indignado</title>
		<link>http://www.blogcontabil.com.br/?p=549&#038;cpage=1#comment-42</link>
		<dc:creator>Indignado</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:43:24 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpe o comentário, mas infelizmente o autor desta matéria, com certeza, não deve conhecer o que ocorre com o dinheiro púplico após ser arrecadado. Não conhece os mais diversos artifícios que se utiliza na contabilidade das entidades governamentais e no próprio poder público. O ilustre autor não deve ter conhecimento das cuecas recheadas de dinheiro público desviado da arrecadação federal e que &quot;deveria&quot; ser devolvido, mas não o é desde que Brasil é Brasil.

Entendo e ensino, no cargo de professor da matéria, que toda a arrecadação de tributos deve ser considerada como &quot;carga tributária&quot;, pois sem medo de errar, onera o consumo e a renda de todos os trabalhadores que compram algum produto ou recebem algum tipo de provento.

Desculpe-me o autor, mas pessoas que não moram no Brasil ou não pagam seus impostos, não deveriam escrever sobre o assunto, por serem completamente ignorantes na matéria tratada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe o comentário, mas infelizmente o autor desta matéria, com certeza, não deve conhecer o que ocorre com o dinheiro púplico após ser arrecadado. Não conhece os mais diversos artifícios que se utiliza na contabilidade das entidades governamentais e no próprio poder público. O ilustre autor não deve ter conhecimento das cuecas recheadas de dinheiro público desviado da arrecadação federal e que &#8220;deveria&#8221; ser devolvido, mas não o é desde que Brasil é Brasil.</p>
<p>Entendo e ensino, no cargo de professor da matéria, que toda a arrecadação de tributos deve ser considerada como &#8220;carga tributária&#8221;, pois sem medo de errar, onera o consumo e a renda de todos os trabalhadores que compram algum produto ou recebem algum tipo de provento.</p>
<p>Desculpe-me o autor, mas pessoas que não moram no Brasil ou não pagam seus impostos, não deveriam escrever sobre o assunto, por serem completamente ignorantes na matéria tratada.</p>
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