Cautela da contabilidade no atendimento as demonstrações financeiras

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A crise financeira está globalizada e lentamente se aloja nas economias de países emergentes, que já sofrem com os juros elevados,pela carga tributária, pelos custos trabalhistas e custos operacionais que alcançam elevados níveis, o que implica fatalmente na ajustamenteda empresa em face da retração do mercado existente.

Nesse universo de empresas de qualquer porte, todas SENTEM o impacto da crise financeira no seu dia a dia, o que deve obviamente exaurir determinado número de pequenas empresas, como está realmente acontecendo, mas o sistema econômico se revigora com a criatividade encontrada nas sobreviventes e isso depende dos profissionais que assistem.

A transparência dos fatos representados pelos controles internos,inclusive a contabilidade, deve representar um fator determinante da qualidade da gestão, possibilitando a melhoria nos processos decisórios e agregando valor para conter o impacto da crise financeira e de quaisquer ameaça que a insira.

A mudança da ação operacional deve ser o fator mais importante que a gestão deva elevar e alcançar, caso deseje sobreviver diante das ameaças que possam vitimá-la.

Uma ação orquestrada com a sincronia racional eficiente de um exímio controle Interno respaldada numa contabilidade proba e licita, deve fornecer informações à gestão empresarial que ela nunca tinha experimentado, haja vista que as alquimias e ilusionismo empregado anteriormente maculavam a real informação e consequentemente o processo decisório.

É bem verdade que muitos profissionais não estão preparados para o presente momento, o que é lamentável, mas o sistema e o futuro de qualquer empreendimento deve ter um foco e agregar valores que possam alcançar os objetivos determinados, mesmo que isso decorra de sedes fazer de culturas e de profissionais inapropriados para o momento.

A sobrevivência do empreendimento, seu continuísmo e sua sustentabilidade estão diretamente ligados a sua decisão de se desfazer de determinados obstáculos, mesmo que tenha que cortar a própria carne, mas isso é necessário para que possa salvar o seu patrimônio.

A gestão empresarial deve se acuidar de modalidade muito aplicada para que a contabilidade e seus demonstrativos contábeis possam adequadamente transparecer os fatos e atos emanados da gestão empresarial, somente assim poderemos tem uma posição mais realista da empresa.

A contabilidade mesmo quando desenvolvida fora do ambiente empresarial deve ter sincronia racional com seus controles periféricos tais como o setor fiscal e setor de pessoal assim como deve ter aferição e análise junto ao controle interno da empresa e sua avaliação deve periodicamente ser aplicada.Quando cito sincronia racional declino sobre os controles internos do setor fiscal, seus livros, suas obrigações tributárias e seus relatórios, assim como o setor de pessoal seus livros, seus relatórios, e suas obrigações sociais, trabalhistas e previdenciárias,pois sabemos que citados controles dificilmente são aferidos pela contabilidade que recebe informações globalizadas no insípido pensamento da veracidade sem aferir citados controles, simplesmente acreditando na importação de dados.

A responsabilidade da contabilidade e de seus profissionais está sendo exigida, haja vista que anos se passaram sem que nenhuma sintonia eficiente houvesse da contabilidade com a gestão empresarial e essa mudança implica também em mudança cultural.

Toda ação emanada de informações inverídica ocasiona prejuízo que pode resultar em declínio do empreendimento e a incapacidade dos profissionais fica mais afetada ainda, mesmo que seja um parente ou um dos seus melhores amigos, mas na empresa o único sentimento em voga é a competência desses profissionais.

É comprovado que a contribuição dos demonstrativos contábeis e financeiros arquitetados quimicamente contribuíram para a existência da crise financeira mundial que afeta diversas economias sejam de países do primeiro mundo ou emergentes, pois foram negligenciados por profissionais, RI, contadores, gestores, investidores, auditores,peritos, assessores e consultores empresariais, agregado a imperícia dos agentes públicos.

O gestor empresarial deve tomar as devidas medidas para que sua contabilidade e seus respectivos demonstrativos contábeis e financeiros expressem a veracidade dos fatos emanados de sua gestão sob pena de incorrer em erro no processo decisório.

Um dos fatos mais eloqüente é à busca de um CONTROLE INTERNO eficiente para aferir os números da contabilidade, principalmente quando trabalhado fora do ambiente empresarial, pois de nada adiante o atendimento ao fisco se não tem sintonia racional com a veracidade dos fatos da empresa devidamente albergado no controle interno.

Podemos citar como exemplo para que o gestor empresarial possa aferir sua contabilidade, citamos:

a) Controle Interno de disponibilidade, Caixa, Fundo Fixo, Bancos conta Movimento, conciliação das contas bancárias e do Fluxo de Caixa junto a Contabilidade.b) Aferição dos Estoques, Compras e Vendas, com o controle interno da empresa;c) Aferição dos créditos a receber da empresa;d) Análise e avaliação dos Investimentos, Imobilizações, Diferido e Intangível da empresa;e) Aferição com as obrigações a curto e longo prazo;f) Aferição de Receitas, Custos e Despesas da empresa;g) Aferição dos tributos e Encargos Sociais da empresa;h) Aferição das obrigações tributárias com a Contabilidade;i) Aferição das obrigações sociais, trabalhistas e previdenciárias coma contabilidade;j) Aferição com o Planejamento Empresarial da empresa com a contabilidade;

Ressalto que a leitura dos meus artigos publicados e republicados por diversos sites, inclusive a leitura dos meus livros escritos, perfaz elementos substanciais para o entendimento de um profissional que visualiza um futuro promissor e que tenha a busca da qualidade e capacitação como meta.

É inegável que o tema do presente artigo, ressalta a importância da qualificação, capacitação e criatividade que deve existir em profissionais de qualidade e principalmente em gestores que desejam manter a sustentabilidade e continuísmo de seu empreendimento, com possibilidade de atravessar a crise financeira com sequelas suportáveis, agora, devemos imaginar aqueles ou aquelas empresas que estão desprovidas dessas potencialidades.

ELENITO ELIAS DA COSTA CONTADOR, Auditor, Analista Econômico e Financeiro, Instrutor de Cursos do SEBRAE/CDL/CRC, Professor Universitário, Professor universitário Avaliador do MEC/INEP do Curso de Bacharelado em ciências Contábeis, Consultor do Portal da Classe Contábil, da Revista Netlegis, articulista do Interfisco, do IBRACON – Instituto dos auditores Independentes do Brasil (Boletim No. 320), autor de vários textos científicos registrados no Instituto de Contabilidade do Brasil, autor de artigos publicados na Revista CTOC em Portugal, autor do Livro Contabilidade Coletânea de Artigos, sócio da empresa IRMÃOSEMPREENDIMENTOS CONTÁBEIS S/C LTDA. E-mail:elenitoeliasdacosta@gmail.com