Introdução
As indagações realizadas nos autos quando há a necessidade da realização de uma perícia é quase sempre ou na maioria das vezes mal elaboradas, levando em muitas ocasiões ao perito ter uma direção errônea quanto ao objeto da perícia; portanto é preciso que quem pergunte ou afirma tenha a certeza do que deseja alcançar nos autos, qual o propósito a ser dirimido quanto à lide.
A pergunta bem elaborada conduzirá a resposta adequada ao decidir as questões jurídicas, de forma que as partes logram êxito e óbvio que muito contribui para celeridade processual.
Porém, há casos que o interessado em ganhar tempo, e atrasando assim o rito processual, e conduzindo a ter que haver a necessidade de maior tempo disponível para o deslinde do objeto da perícia.
É, portanto necessário que o perito esteja atencioso a estas situações, pois ocorrem com muita freqüência, ficando o profissional preocupado em auxiliar a justiça; mas com a situação que foi colocada nos autos com o intuito de desviar do objeto principal; para assim se obter uma conclusão justa e em tempo hábil para atender a celeridade processual, se faz necessário uma mudança no trabalho do perito, gerando certa dificuldade no desempenho profissional, e tempo necessário para resolver a questão através dos quesitos.
Mas quando as indagações são bem elaboradas, e tendo como linha de direção o objeto proposto para o surgimento da verdade, as respostas serão conduzidas de maneira clara e auxiliando a justiça com objetividade.
