Blog Contábil

Posts da categoria: Paulo Caetano

A verdade contábil

Por: Paulo Caetano

Mais de 400 mil profissionais da contabilidade atuam hoje no Brasil, respondendo pelas informações econômicas, financeiras e patrimoniais de milhões de empresas e milhares de órgãos públicos.

O desempenho de uma empresa depende basicamente da apuração correta das informações contábeis e de como elas são utilizadas. Sem uma contabilidade bem feita, é impossível ter controle sobre os recursos, planejar, estabelecer metas, crescer, conter gastos, corrigir rumos.

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A presença feminina na contabilidade

Por: Paulo Caetano

Buscando os nomes mais importantes da história da contabilidade, sem entrar na contemporaneidade, vamos encontrar rapidamente o de Leonardo Fibonaci, autor do “Liber Abaci”; Luca Pacioli, que escreveu o famoso “Tractatus de Computis et Scripturis” (Contabilidade por Partidas Dobradas); Francesco Villa, com sua obra “La Contabilità Applicatta alle Administrazioni Private e Plubbliche”; Fábio Bésta, Vicenzo Mazi e muitos outros, mas nenhum nome feminino, pelo menos não de destaque com contribuição reconhecida à ciência contábil.

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A ótica dos gestores públicos

Paulo Caetano

Divulgados os nomes das cidades brasileiras que vão sediar a Copa do Mundo de 2014 – Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife e Salvador – uma certa euforia tomou conta do país, em parte pelo efeito natural que o futebol causa em nossa alma, pela oportunidade que teremos de assistir aos jogos, mas também como se o evento viesse representar a solução de todos os nossos problemas, com capacidade para multiplicar os canteiros de obras, reativando a economia e promovendo modernização e ganhos sociais sem conta. Essa é a ótica dos gestores públicos, que aproveitam o tema e a ocasião para brincar com a expectativa popular, jogando promessas para o futuro.

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Nosso sistema financeiro está caindo na real

Paulo Caetano

A série de cortes na taxa básica de juros, atualmente em 10,25% ao ano – a  menor desde a criação do Comitê de Política Monetária (Copom)  -, devendo em breve registrar um dígito, foi comemorada,  por razões óbvias: ainda não surtiu efeito, mas a expectativa é que venha baratear o custo do capital, estimulando ao mesmo tempo o comércio e as atividades produtivas em geral.

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