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Posts da categoria: Fique Informado

Amadorismo na criação de sites impede crescimento das empresas

Autor: Karin Sato

A inclusão digital já foi uma preocupação generalizada. Quem não se lembra de que, quando os computadores por aqui chegaram, algumas pessoas tinham medo deles? Hoje, ninguém duvida de que a internet é parte essencial do dia-a-dia nas empresas. E, quando se fala em inclusão digital, refere-se às classes mais baixas da população, que tem pouco ou nenhum acesso à internet. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira é recordista mundial em tempo gasto na rede, com 14 horas diárias.

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Harmonização das Normas Contábeis – Comitê de Pronunciamentos Contábeis

No final do ano calendário de 2007 foi editada a Lei 11.638, cujo objetivo principal é a convergência das Normas Contábeis locais para as Normas Internacionais de Contabilidade – (IFRS – International Financial Reporting Standard).

Mesmo antes dessa norma, o CFC (Conselho Federal de Contabilidade) publicou a Resolução CFC nº 1.106/07 a qual dispõe que as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBCs), editadas por esse órgão, deverão seguir os mesmos padrões de elaboração e estilo utilizados nas normas internacionais.

Visando eliminar as várias fontes de normas contábeis editadas no Brasil, através da Resolução nº 1.055/05 do CFC, criou-se o CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) formado pela Abrasca, Apimec, Bovespa, Conselho Federal de Contabilidade, Fipecafi e Ibracon.

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Receita oferecerá IR pronto

O ato de declarar Imposto de Renda pode estar prestes a acabar. Dentro de dois anos, o governo planeja oferecer a funcionários de alguns setores privados e a servidores públicos federais, estaduais e municipais a declaração de pessoa física já pronta. Caberá ao contribuinte concordar ou não com o tributo já calculado. Caso discorde, ele deverá fornecer as informações necessárias para a correção.

O modelo, que está sendo desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), é inspirado em um sistema implantado no Chile. Segundo o diretor-presidente do Serpro, Marcos Mazoni, para setores que já operam com a nota fiscal eletrônica – automobilístico, fumageiro e indústria farmacêutica – falta apenas implantar a escrituração eletrônica, o que deve ser feito a partir do próximo ano.

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Como vender para o governo

André Spínola*

Desde sua promulgação, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa vem causando efervescência nos meios jurídicos e nos grandes empreendimentos – “papões” de licitações – que contestam o capítulo de acesso às compras governamentais da nova lei. Dois dos principais pontos de ataque dizem respeito à violação dos princípios da “Isonomia” e da “Proposta Mais Vantajosa”.

As discussões são extensas, mas os fundamentos para apedrejar a nova lei são curtos. A partir desse momento, e de princípios como o da “Eficiência” e o da “Supremacia do Interesse Público” sobre o Privado, toda sorte de críticas vem sendo ouvida nos últimos meses, na tentativa de catapultar a nova lei para o campo da inconstitucionalidade. Creio que não irão conseguir.

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Brasileiros estão se endividando mais no cartão de crédito

As dívidas com cartões de crédito atingiram 32% nos seis primeiros meses desse ano, segundo o ranking de inadimplência da Serasa. Só perderam para as dívidas contraídas e não-pagas com os bancos, que somam 43%.

Uma simulação feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que uma dívida com cartão de crédito chega quase a dobrar em cinco meses. O instituto calculou o quanto cada pessoa gastaria se apenas pagasse o valor mínimo do cartão durante cinco meses. Em uma dívida de R$ 100, o valor final será de R$ 187. Em uma dívida de R$ 500, o valor sobe para R$ 936. Quem deve R$ 1.000 terá que pagar no final R$ 1.872.

“É quase 100% acima daquilo que ela comprou e gastou efetivamente. Juros de cartão de crédito e de cheque especial são os piores que existem na economia”, acrescenta o gerente do Idec, Marcos Diegues.

Para a entidade, os valores poderiam ser menores se as administradoras de cartão não abusassem nas cobranças. “Se eu contrato uma operação de financiamento para quitar esse restante de valor que eu não tenho, não há que se falar em atraso. E cobram de você uma multa e os juros de mora, como se você tivesse descumprido uma obrigação”, diz Diegues.

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