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Posts da categoria: Tecnologia

Benefícios da Certificação Digital

Certificado Digital

O certificado digital é um documento eletrônico seguro, que permite ao seu portador executar, de maneira muito mais rápida, segura e sigilosa, operações corriqueiras do dia-a-dia.

Atualmente, as transações eletrônicas necessitam, cada vez mais, da adoção de mecanismos de segurança. E a certificação digital, por sua vez, autentica, zela pela privacidade e dá validade jurídica a toda comunicação on-line, sendo regulamentada por lei no Brasil.

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Muitos que navegam nesse blog acredito que não ouviram falar ou se já, sabem muito pouco. O RSS é uma técnologia muito utilizada em blogs para facilitar o acesso de seus usuários trazendo as postagens atualizadas.

RSS é um subconjunto de “dialetos” XML que servem para agregar conteúdo ou “Web syndication”, podendo ser acedido mediante programas ou sites agregadores. É usado principalmente em sites de notícias e blogs.
A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscreverem em sites que fornecem “feeds” (alimentadores ou fontes) RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um. (Informações retiradas do Wikipédia)

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Acostumados a digitar, alunos têm aula de caligrafia

O hábito de escrever usando o computador acabou fazendo com que muitos estudantes perdessem a habilidade de escrever à mão, concluíram algumas escolas na Austrália. Agora, os jovens terão que passar por aulas de caligrafia.

O problema foi detectado quando uma grande quantidade de alunos foi reprovada nos exames para o equivalente ao ensino médio no Brasil, simplesmente por causa da escrita.

Nos exames, a não ser que comprovem algum fator limitante, os estudantes passam de 15 a 20 horas em um dia respondendo provas que são aceitas apenas preenchidas à mão.

Segundo o jornal The Sydney Morning Herald, esses estudantes apresentam grandes habilidades de digitação e facilmente superam os mais velhos na velocidade com que escrevem mensagens de texto no celular.

A troca da caneta pelo teclado vem dimiuindo a habilidade destes jovens em lidar rapidamente com o papel e conseqüentemente afetando seu desempenho acadêmico.

Essa situação vem levando escolas australianas a incluir aulas de caligrafia no currículo dos 11º e 12º anos do ciclo escolar básico (o equivalente ao ensino fundamental no Brasil, que tem apenas 9 anos).

Professores afirmam que tiveram que monitorar alunos para que tornassem suas caligrafias no mínimo legíveis para os examinadores, diz o The Inquirer.

John Vallance, da escola Sydney Grammar, reforça que a caligrafia é uma parte importante da personalidade do estudante, e essa geração não deve perdê-la. Vallance lembra ainda que a escola somente aceitará os exames preenchidos à mão.

Contudo, o NSW Board of Studies, órgão supervisor do currículo escolar das instituições australianas, diz estar analisando a incorporação de computadores às aulas, bem como aos exames. Por enquanto os alunos utilizam teclados apenas no teste de habilidades com o computador, no 10º ano escolar.

Fonte: Terra

Novo serviço de buscas quer superar o Google

O Cuil (pronunciado como a palavra inglesa cool) está oferecendo um novo serviço de buscas, em www.cuil.com. Desenvolvido por uma empresa iniciante criada por antigos engenheiros do Google, o objetivo do Cuil é superar em tamanho o líder do setor.

A empresa, que enfrentará uma difícil batalha para mudar os hábitos de navegação dos internautas, afirma ser capaz de indexar mais rápido e mais barato uma porção da web bem maior que a do Google, o serviço de buscas que hoje oferece o maior índice online.

O novo rival do Google afirma que seu serviço vai além das técnicas de busca dominantes, que se concentram em links e padrões de tráfego de audiência, e em lugar disso analisa o contexto de cada página e os conceitos por trás de cada pedido de busca dos usuários.

“Nossos significativos avanços em tecnologia de busca permitiram que indexássemos parte muito maior da Internet, colocando quase toda a Web ao alcance de todos os usuários”, afirmou Tom Costello, co-fundador e presidente-executivo da Cuil, em comunicado.

Danny Sullivan, analista de buscas na web e editor-chefe do site Search Engine Land, disse que o Cuil pode tentar explorar queixas que os consumidores têm sobre o Google – a saber, o fato de que o serviço tenta fazer coisas demais, seus resultados favorecem os sites já populares e ele favorece demais certos sites de referência, como a Wikipedia.

“O momento pode ser propício ao surgimento de um desafiante”, disse Sullivan, acrescentando rapidamente que “concorrer com o Google continua a ser uma tarefa desafiadora, como a Microsoft dirá”.

A Microsoft, terceira maior empresa norte-americana no mercado de buscas na web, vem procurando – em vão até o momento -, unir forças com o segundo colocado do setor, o Yahoo, a fim de competir com o Google.

O Cuil foi fundado por um grupo de pioneiros das buscas, entre os quais Costello, que criou um protótipo da Web Fountain, a ferramenta de análise de buscas da IBM, e sua mulher Anna Patterson, arquiteta do imenso índice TeraGoogle de páginas da web, operado pelo Google.

Patterson também criou o sistema de buscas para uma empresa mundial de armazenagem de informações empresariais, a Recall, subsidiária do grupo australiano Brambles.

Cloud computing: a web vira extensão do seu HD

Uma nova tendência tem sido apontada por muitos especialistas como a próxima revolução na informática. O conceito de cloud computing (ou “nuvem computacional”) refere-se a uma troca de infra-estrutura física por uma infra-estrutura virtual.

A idéia é de um espaço virtual – a Internet – que contém todos os dados, arquivos e programas que hoje armazenamos em nossos computadores, tornando-os acessíveis de qualquer lugar por meio da web. Um exemplo já bem conhecido é o webmail – você só precisa se conectar, de qualquer computador, e lá está seu correio virtual.

“Cloud computing é o futuro”, afirma Marco Américo D. Antonio, vice-presidente na área de data center da Diveo do Brasil. No País, a migração para este modelo tem sido bastante rápida e deve se estabelecer em um ou dois anos, acredita Antonio. A virtualização de recursos, acrescenta, deve também baixar os custos para o consumidor.

Apostas no futuro
O cloud computing tem sido visto como um problema para a Microsoft, que ainda produz uma maioria de softwares tradicionais.

Segundo sua assessoria, a empresa trabalha com o modelo baseado na web há cerca de 10 anos, mas não se prende a ele, pois busca juntar o melhor dos dois tipos – cloud ou tradicional. “Não acreditamos que o software estará somente na cloud ou no hardware – trata-se de uma combinação”, afirmou a assessoria da empresa no Brasil.

Para a Microsoft, a próxima evolução nos serviços corporativos será aquela que permita englobar os dois mundos. Já Antonio tem uma previsão um pouco mais enfática do futuro dominado pelo cloud computing: “O mundo será ainda mais dependente da tecnologia”.

Aplicativos nas nuvens
Muitas empresas estão investindo na tendência, com maior ou menor intensidade, e o número de aplicativos baseados na web é cada vez maior.

O Google oferece o serviço Google Apps, um conjunto de aplicativos online com funções similares às tradicionalmente encontradas em pacotes “Office”, como Gmail (webmail), Google Docs (gerenciador de documentos e planilhas) e Page Creator (que permite criar páginas da web). A ferramenta Google Apps possui três versões disponíveis, gratuitas ou não.

Planilhas eletrônicas são a especialidade do NumSum (em inglês), serviço gratuito que permite criar planilhas e também compartilhá-las.

Também gratuito, o Thumbstacks (em inglês) permite que o internauta crie apresentações, como slideshows, em uma interface bastante parecida à do PowerPoint. Depois, é possível enviá-la para amigos ou publicá-la na web.

A Adobe disponibiliza na web o Photoshop Express (em inglês), versão online e simplificada do software de edição imagens. É possível cortar, mudar as cores e usar várias ferramentas de edição em suas fotografias. O site ainda oferece 2 GB para armazenamento de fotos e uma galeria para exibi-las na web.

Outra opção para editar fotos online é o Snipshot (em inglês), que permite cortar, ajustar contraste, saturação, desfazer e refazer, etc. Imagens “pesadas” não são problema: é possível trabalhar com fotos de até 10 MB.

O MyPictr (em inglês) também é um serviço de edição de fotos, mas é bem mais específico. O aplicativo é destinado exclusivamente a cortar fotos nos tamanhos usados por diferentes redes sociais e outros sites, como MySpace, Facebook, Skype, Blogger, YouTube e Flickr.

O WobZip (em inglês) é um aplicativo para descompactar arquivos online. Ele aceita diversos formatos, como RAR e ZIP, em arquivos de até 100 MB. Além disso, ainda examina os arquivos com antivírus.

Outra opção de armazenamento virtual é o Box (em inglês). Os preços variam de acordo com a capacidade de armazenamento, mas o site oferece uma avaliação gratuita de 14 dias.

Ainda em versão beta, o Microsoft Office Live permite acessar e editar documentos em programas como Word, Excel, Outlook e PowerPoint. Por enquanto, a versão de teste do serviço está disponível para testes apenas na Alemanha, França, Japão, Inglaterra e Estados Unidos.

Fonte: Redação Terra